sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Vejo vocês por lá!

Eu não sei dizer se estou sentindo o final ou o começo. Essa época tudo é muito confuso. Confundem-se os sentimentos. A saudade fica mais forte, o coração mais mole (mais?) e a vontade de rever os amigos é grande, mas o tempo é curto. É por isso que tudo se confunde: o corpo nos pede para parar, mas a cabeça fica ligada na eterna reflexão que a época nos impõe. Fizemos o que podíamos? reencontramos os amigos? não nos esquecemos de nada, nem de ninguèm? fomos justos e honestos com nossos valores e princípios? deixamos partir quem devia ir, ou amarramos perto de nós? Nossas derrotas e vitórias foram necessárias? Podemos fazer melhor?
Seja lá como for, aprendi nessa altura da vida, que tudo deve nos deixar uma lição e que como dizia o poeta, "o tempo não para".

Hoje, para a Gargantini e para muitas empresas é o último dia útil de trabalho, vamos descansar e recompor as baterias. Acreditamos no ócio criativo e precisamos disso para recomeçar.

Que o ano que termina nos deixe a sensação de dever cumprido. Que o ano que começa traga a todos boas notícias. É disso que precisamos. Encontro vocês em 2010!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Liberdade de imprensa - vai começar tudo de novo?

"A atividade do jornalismo nunca deve abrandar, a sua consciência deve ter sempre o mesmo vigor, a sua pena o mesmo colorido, o seu sentimento moral a mesma justa intensidade."

Eça de Queirós


Caso Estadão

Numa inusitada escapulida, evitando adentrar no mérito, o STF não recebeu a reclamação impetrada pelo Estadão contra censura imposta pelo TJ/DF, que o proibiu de divulgar notícias da operação policial que investiga Fernando Sarney, filho de José Sarney.

O cabimento da reclamação baseou-se no fato de que o TJ brasiliense afrontou tema decidido na ADPF que julgou inconstitucional a lei de imprensa. No julgamento da ADPF, os ministros não se limitaram a analisar secamente a letra da lei. Eles foram além, fizeram um verdadeiro tratado da liberdade de imprensa. Foi com base nisso, então, que a reclamação tinha seu sentido lógico-jurídico. Tinha, porque 6 ministros do STF não pensaram dessa forma. Ou seja, a filigrana pesou mais que o todo.

Mas alguns destes ministros que negaram conhecer a reclamação deixaram escapar o mérito (sem trocadilho), anunciando o que pensam. Houve quem chegasse ao cúmulo de expressar concordância no fato de um juiz poder censurar previamente um órgão de imprensa. Diz-se, ainda, que juiz proibir não é censura.

Acomodados no confortável gabinete do Planalto Central, alguns ministros talvez não saibam o que pode acontecer, na prática, nos rincões do país. Não sabem ou se esqueceram. Com efeito, provavelmente o dono do jornal de uma cidade pequena, seja Diamantino/MT, seja Tiradentes/MG ou ainda Joanópolis/SP, apenas como exemplo, pode ter agora que discutir a pauta editorial com o magistrado sentado na cabeceira da mesa : isso vai; isso não; é matéria, mas não gosto; publica com tal enfoque etc.

Entretanto, como já dito, não se julgou o mérito. Foram apenas opiniões deixadas, aqui e ali. Causou-nos, no entanto, arrepio na alma.

Justificando eventual censura judicial, o ministro Gilmar Mendes lembrou o caso da Escola Base. Disse que se houvesse um controle judicial, talvez o mal pudesse ter sido evitado.

O ministro Carlos Ayres Britto, concordando com a gravidade daquele caso, observou que não se pode, por medo do abuso, proibir o uso.

De fato, perfeita a colocação do ministro Britto. E o caso da Escola Base é sintomático para isso. Houve, com efeito, um abuso. Os jornais, no caso, foram exemplarmente punidos, e não só pecuniariamente como também no seu maior bem, a credibilidade. Lembrá-lo, então, é ótimo. Mais um motivo para mostrar que quando há abuso, há punição.

Ah!, dirá o leitor, mas causou-se um mal. De fato, ninguém nega isso. Mas foi com ele que a imprensa melhorou. E isso sem precisar da censura judicial que alguns ministros acham necessária.


Fonte - Site Migalhas

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Já é Natal denovo!

A vida são deveres, que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já é Natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida...
Quando se vê, passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho,

a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o meu amor, que está há muito à minha frente, e diria EU TE AMO...
Dessa forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter alguém ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terás será desse tempo que infelizmente... não voltará mais.

Mário Quintana

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Chegou para abalar!


Inaugura amanhã a Hamburgueria mais charmosa da Região: Big Jack - o autêntico burguer para se apreciar sem pressa. Na quarta feira a casa já estará aberta ao público.

Com a cara dos "anos 50" e um cardápio variado em hamburgueres e acompanhamentos, a proposta da Big Jack é resgatar sabores e trasformar um lanche em um evento ao som de Elvis, na presença de James Dean ( imagens maravilhosas!).

Vale a pena conhecer.

Big Jack Hamburgueria - Rua Coronel Quirino, 532 - Cambuí - Campinas

Dever do jornalista, dever das pessoas normais

"É o grande dever do jornalismo fazer conhecer o estado das coisas públicas, ensinar ao povo os seus direitos e as garantias da sua segurança, estar atento às atitudes que toma a política estrangeira, protestar com justa violência contra os atos culposos, frouxos, nocivos, velar pelo poder interior da Pátria, pela grandeza moral, intelectual e material em presença das outras nações, pelo progresso que fazem os espíritos, pela conservação da justiça, pelo respeito do direito, da família, do trabalho, pelo melhoramento das classes infelizes."

Eça de Queirós