quarta-feira, 19 de outubro de 2011
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL: Comunicação integrada não reflete o ambiente corpo...
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL: Comunicação integrada não reflete o ambiente corpo...: A comunicação integrada, com poucas exceções, ainda, não reflete o ambiente corporativo. Os funcionários respondem, em sua maioria, ao vi...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Show da língua portuguesa!
Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga aconta do padeiro nada dou aos pobres. '
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
"A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença..."
'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga aconta do padeiro nada dou aos pobres. '
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.
1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.
4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.
Moral da história:
"A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. E isso faz toda a diferença..."
terça-feira, 17 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Mãe de jornalista - eu amei esse texto!!!
Mãe de jornalista é mais preocupada do que todas as outras mães preocupadas do mundo. Meu filho, se for pro morro cobrir guerra entre polícia e traficante, não esquece de levar o colete à prova de balas, tá me ouvindo? Não quero filho meu pegando bala perdida por aí. Mamãe deixou o colete arrumadinho lá na sua cama.
Mãe de jornalista não tem noção da rotina do filho. Não, mãe, eu não tô na farra. Tô no pescoção, mãe. Isso, mãe, pescoção é trabalho. Pois é, mãe, jornalista trabalha até essa hora. Então, mãe, também não vai dar pra almoçar com a senhora no domingo. Vou estar de plantão. Por favor, mãe, não chora. Mãe?
Mãe de jornalista não entende o visual desleixado do filho. Há quantos anos você usa essa calça? E esse All Star todo sujo? A barba, meu filho, faz a barba! Parece um mendigo!
Mãe de jornalista adora comparar a filha jornalista com o filho médico. Você poderia muito bem ter feito como o seu irmão, o Pedro Paulo, e seguido a profissão do seu pai. Filha, aquele consultório o seu pai construiu pra deixar pra vocês dois! Ainda dá tempo de mudar, filha! Esquece essa coisa de lutar por um mundo melhor e faz como o Pedro Paulo.
Mãe de jornalista também tem orgulho da filha. Recorta tudo que é matéria publicada no jornal. Coleciona, mostra pra família, pras amigas invejosas. Ou fica sentadinha na frente da TV, joelhos colados, mãos sobre as coxas. Não perde um instante da entrevista da filha, com não sei quem, sobre sei lá o quê. Pela tela, faz cafuné na cabeça da moça. Os olhos num aguaceiro só.
Duda Rangel
http://desilusoesperdidas.blogspot.com/
Mãe de jornalista não tem noção da rotina do filho. Não, mãe, eu não tô na farra. Tô no pescoção, mãe. Isso, mãe, pescoção é trabalho. Pois é, mãe, jornalista trabalha até essa hora. Então, mãe, também não vai dar pra almoçar com a senhora no domingo. Vou estar de plantão. Por favor, mãe, não chora. Mãe?
Mãe de jornalista não entende o visual desleixado do filho. Há quantos anos você usa essa calça? E esse All Star todo sujo? A barba, meu filho, faz a barba! Parece um mendigo!
Mãe de jornalista adora comparar a filha jornalista com o filho médico. Você poderia muito bem ter feito como o seu irmão, o Pedro Paulo, e seguido a profissão do seu pai. Filha, aquele consultório o seu pai construiu pra deixar pra vocês dois! Ainda dá tempo de mudar, filha! Esquece essa coisa de lutar por um mundo melhor e faz como o Pedro Paulo.
Mãe de jornalista também tem orgulho da filha. Recorta tudo que é matéria publicada no jornal. Coleciona, mostra pra família, pras amigas invejosas. Ou fica sentadinha na frente da TV, joelhos colados, mãos sobre as coxas. Não perde um instante da entrevista da filha, com não sei quem, sobre sei lá o quê. Pela tela, faz cafuné na cabeça da moça. Os olhos num aguaceiro só.
Duda Rangel
http://desilusoesperdidas.blogspot.com/
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Novas Regras do Acordo Ortográfico serão cobradas em Vestibular apenas após 2012
Dúvida recorrente entre candidatos a vagas em vestibulares e concursos públicos de todo país, o Acordo Ortográfico da Lingua Portuguesa tem regras muito bem definidas sobre sua validade: até 2012 serão aceitas tanto as antigas quanto as novas regras do acordo ortográfico, afirma o MEC (Ministério da Educação) www.mec.gov.br.
Os vestibulares da USP, Unicamp e Unesp também terão suas questões escritas obedecendo as novas regras determinadas pelo acordo durante o período de transição, mas aceitarão respostas assinaladas pela grafia antiga até 2012. O Enem (www.enem2012.org), que vale para 46 das 55 universidades federais, também trará enunciados adaptados para a reforma.
A ideia é já habituar o aluno ao acordo ortográfico, afirma a Comvest (comissão que prepara o vestibular da Unicamp).
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi proposto em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990. O Brasil aderiu oficialmente à nova regra em 1º de janeiro de 2009, após assinatura do presidente Lula ao projeto da reforma. Entretanto, o prazo oficial para adaptação de obras literárias, livros didáticos e demais publicações, que é de 4 anos, termina após 2012.
A Vunesp (fundação que realiza o exame da UNESP), acredita que os vestibulares e concursos em geral vão aceitar respostas nas duas regras até o fim do prazo. Entretanto, é possível que questões nos exames abordem o acordo ortográfico como tema.
Tratar da reforma em uma pergunta de português é diferente de cobrar a ortografia na prova. Isso já aconteceu no último vestibular da Unicamp sem dificuldades para os alunos.
Entre outras mudanças, o acordo prevê que palavras com consoantes dobradas (antissemita e semirreligioso, por exemplo) passem a ser escritas sem hífen, enquanto as que têm vogais dobradas (micro-ondas) adotem o sinal gráfico.
O texto oficial do acordo ortográfico você confere no endereço http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/decreto6583_acordoortografico.pdf.
Os vestibulares da USP, Unicamp e Unesp também terão suas questões escritas obedecendo as novas regras determinadas pelo acordo durante o período de transição, mas aceitarão respostas assinaladas pela grafia antiga até 2012. O Enem (www.enem2012.org), que vale para 46 das 55 universidades federais, também trará enunciados adaptados para a reforma.
A ideia é já habituar o aluno ao acordo ortográfico, afirma a Comvest (comissão que prepara o vestibular da Unicamp).
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi proposto em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990. O Brasil aderiu oficialmente à nova regra em 1º de janeiro de 2009, após assinatura do presidente Lula ao projeto da reforma. Entretanto, o prazo oficial para adaptação de obras literárias, livros didáticos e demais publicações, que é de 4 anos, termina após 2012.
A Vunesp (fundação que realiza o exame da UNESP), acredita que os vestibulares e concursos em geral vão aceitar respostas nas duas regras até o fim do prazo. Entretanto, é possível que questões nos exames abordem o acordo ortográfico como tema.
Tratar da reforma em uma pergunta de português é diferente de cobrar a ortografia na prova. Isso já aconteceu no último vestibular da Unicamp sem dificuldades para os alunos.
Entre outras mudanças, o acordo prevê que palavras com consoantes dobradas (antissemita e semirreligioso, por exemplo) passem a ser escritas sem hífen, enquanto as que têm vogais dobradas (micro-ondas) adotem o sinal gráfico.
O texto oficial do acordo ortográfico você confere no endereço http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/decreto6583_acordoortografico.pdf.
terça-feira, 3 de maio de 2011
BIN LADEN MORTO - muito boa reflexão sobre o jornalismo brasileiro
A notícia inconveniente
Por Luciano Martins Costa em 2/5/2011
Comentário para o programa radiofônico do OI, 2/5/2011
A morte do comandante terrorista Osama Bin Laden quase apanha a imprensa brasileira de folga.
Nas edições nacionais de alguns jornais, a notícia não chegou a tempo, embora seu anúncio tenha sido feito em horário de funcionamento das redações.
Acontece que, nos fins de semana, os jornais operam em forma de plantão, como os hospitais, e nem sempre há especialistas a postos quando um fato relevante cisma de acontecer fora do horário comercial dos dias chamados úteis.
O aviso de que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faria um pronunciamento importante sobre uma questão de segurança nacional foi divulgado em Washington por volta das 22 horas do domingo (1/5), 23 horas em Brasília.
Antes do pronunciamento, o motivo do anúncio já havia vazado, e os principais meios de comunicação internacionais já noticiavam a morte de Bin Laden, o que produziu comemorações em várias cidades americanas.
Só não promoveu uma maior mobilização nas redações brasileiras.
Simbologia
Na edição do Globo que circula no Rio de Janeiro, por exemplo, a manchete é a notícia da morte de Bin Laden. Na versão que chegou aos assinantes paulistas, a manchete era a conquista do campeonato carioca de futebol pelo Flamengo.
O mesmo aconteceu com as edições dos jornais paulistas que foram enviadas a outros estados e algumas cidades do interior mais distantes.
No momento em que as revoltas no mundo árabe parecem anunciar o fim de estranhas alianças internacionais como a que levou ao surgimento da Al-Qaeda, a morte de Osama Bin Laden carrega uma simbologia que deveria ter provocado comichões em todos os jornalistas.
Em outros tempos, muito provavelmente os especialistas, ao serem informados do acontecimento, teriam abandonado sua folga para contribuir com o trabalho dos colegas de plantão.
Mas o jornalismo brasileiro virou uma espécie de serviço burocrático, bem organizado, bem planejado, com banco de horas estritamente controlado para reduzir custos.
O resultado é esse: edições "meia-boca" nos fins de semana.
Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=639IMQ010
Por Luciano Martins Costa em 2/5/2011
Comentário para o programa radiofônico do OI, 2/5/2011
A morte do comandante terrorista Osama Bin Laden quase apanha a imprensa brasileira de folga.
Nas edições nacionais de alguns jornais, a notícia não chegou a tempo, embora seu anúncio tenha sido feito em horário de funcionamento das redações.
Acontece que, nos fins de semana, os jornais operam em forma de plantão, como os hospitais, e nem sempre há especialistas a postos quando um fato relevante cisma de acontecer fora do horário comercial dos dias chamados úteis.
O aviso de que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faria um pronunciamento importante sobre uma questão de segurança nacional foi divulgado em Washington por volta das 22 horas do domingo (1/5), 23 horas em Brasília.
Antes do pronunciamento, o motivo do anúncio já havia vazado, e os principais meios de comunicação internacionais já noticiavam a morte de Bin Laden, o que produziu comemorações em várias cidades americanas.
Só não promoveu uma maior mobilização nas redações brasileiras.
Simbologia
Na edição do Globo que circula no Rio de Janeiro, por exemplo, a manchete é a notícia da morte de Bin Laden. Na versão que chegou aos assinantes paulistas, a manchete era a conquista do campeonato carioca de futebol pelo Flamengo.
O mesmo aconteceu com as edições dos jornais paulistas que foram enviadas a outros estados e algumas cidades do interior mais distantes.
No momento em que as revoltas no mundo árabe parecem anunciar o fim de estranhas alianças internacionais como a que levou ao surgimento da Al-Qaeda, a morte de Osama Bin Laden carrega uma simbologia que deveria ter provocado comichões em todos os jornalistas.
Em outros tempos, muito provavelmente os especialistas, ao serem informados do acontecimento, teriam abandonado sua folga para contribuir com o trabalho dos colegas de plantão.
Mas o jornalismo brasileiro virou uma espécie de serviço burocrático, bem organizado, bem planejado, com banco de horas estritamente controlado para reduzir custos.
O resultado é esse: edições "meia-boca" nos fins de semana.
Fonte: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=639IMQ010
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Achei pertinente compartilhar esse texto com todos.. lição de vida...
Nos recentes terremotos e tsunami que atingiram a costa nordeste do Japão em 11/03/2011:
1 - A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que havia perdido tudo. A tristeza por si só já bastava.
2 - A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.
3 - A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas a maioria não caiu.
4 - A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.
5 - A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.
6 - O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados já que inevitavelmente irão morrer de câncer?
7 - A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.
8 - O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.
9 - A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.
10 - A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.
NENHUM ARRASTÃO PARA ROUBAR O COMÉRCIO.
A passagem do tempo para esse povo é uma conquista e não uma perda.
Aprender a viver dignamente é uma das coisas que não dá para deixar para depois.
Será coincidência este comportamento num povo que valoriza o papel do Professor/Mestre na sociedade? É claro que não!
1 - A CALMA
Nenhuma imagem de gente se lamentando, gritando e reclamando que havia perdido tudo. A tristeza por si só já bastava.
2 - A DIGNIDADE
Filas disciplinadas para água e comida. Nenhuma palavra dura e nenhum gesto de desagravo.
3 - A HABILIDADE
Arquitetos fantásticos, por exemplo. Os prédios balançaram, mas a maioria não caiu.
4 - A SOLIDARIEDADE
As pessoas compravam somente o que realmente necessitavam no momento. Assim todos poderiam comprar alguma coisa.
5 - A ORDEM
Nenhum saque a lojas. Sem buzinaço e tráfego pesado nas estradas. Apenas compreensão.
6 - O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores ficaram para bombear água do mar para os reatores da usina de Fukushima. Como poderão ser recompensados já que inevitavelmente irão morrer de câncer?
7 - A TERNURA
Os restaurantes cortaram pela metade seus preços. Caixas eletrônicos deixados sem qualquer tipo de vigilância. Os fortes cuidavam dos fracos.
8 - O TREINAMENTO
Velhos e jovens, todos sabiam o que fazer e fizeram exatamente o que lhes foi ensinado.
9 - A IMPRENSA
Mostraram enorme discrição nos boletins de notícias. Nada de reportagens sensacionalistas com repórteres imbecis. Apenas calmas reportagens dos fatos.
10 - A CONSCIÊNCIA
Quando a energia acabava em uma loja, as pessoas recolocavam as mercadorias nas prateleiras e saiam calmamente.
NENHUM ARRASTÃO PARA ROUBAR O COMÉRCIO.
A passagem do tempo para esse povo é uma conquista e não uma perda.
Aprender a viver dignamente é uma das coisas que não dá para deixar para depois.
Será coincidência este comportamento num povo que valoriza o papel do Professor/Mestre na sociedade? É claro que não!
quarta-feira, 27 de abril de 2011
A Gargantini Comunicação Estratégica apoia e divulga as atividades do Congresso Mega Brasil de Comunicação pelo segundo ano consecutivo
Fique por dentro!
Encontros com Jornalistas Escritores leva a assinatura da Camargo Corrêa
A Camargo Corrêa confirmou apoio ao Encontro com Jornalistas Escritores, evento que integra a programação oficial do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 e que leva a curadoria do jornalista Audálio Dantas e que terá a participação de Antonio Torres, Caco Barcellos, Eliane Brum, Laurentino Gomes, José Hamilton Ribeiro, Juca Kfouri, Maurício de Sousa, Moacir Japiassu, Regina Echeverria, Ricardo Kotscho, Ziraldo e Zuenir Ventura. O Encontro com Jornalista escritores acontece nos dias 25 e 26 de maio, em dois diferentes horários: das 9h30 às 11h30 e das 19 às 21 horas.
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 acontece de 24 a 27 de maio no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Nesse período, a Mega Brasil espera reunir cerca de 3 mil pessoas ao longo desse período, entre estudantes (2 mil, que terão acesso aos Encontros com Jornalistas Escritores) e profissionais (1.000), participando de todas as atividades programadas, entre elas 12 conferências (cinco internacionais), 40 palestras temáticas, 3 cursos especiais, Jornadas de Relacionamento e Qualidade de Vida, Balada da Comunicação e ExpoCom.
Prêmio Personalidade da Comunicação tem o apoio da Telefonica
Pelo oitavo ano consecutivo a Telefônica patrocina o Prêmio Personalidade da Comunicação, que este ano homenageia o acadêmico José Marques de Melo, titular da Cátedra Unesco de Comunicação no Brasil e primeiro doutor em Jornalismo do País. Marques de Melo, a convite dos organizadores, faz uma conferência especial intitulada O Jornalismo e a Comunicação no novo contexto da civilização. A solenidade está marcada para o dia 24 de maio, de 19h10 às 20h10, no Grande Auditório do Centro de Convenções Rebouças e integra a programação oficial do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011. Interessados em participar da solenidades devem solicitar convite pelo e-mail paula@megabrasil.com.br ou tel. 11-5576-5600.
Sidnei Basile recebe homenagem
O jornalista Sidnei Basile, vice-presidente de Relações Institucionais da Editora Abril, falecido no dia 16/3, será homenageado durante a solenidade do Prêmio Personalidade da Comunicação pelo legado que deixou no campo do Jornalismo, da Comunicação Corporativa e, sobretudo, pelo permanente trabalho que desenvolveu na defesa da Liberdade de Imprensa.
Basile era, também, conselheiro do WWF-Brazil, do CEBDS e do Instituto Akatu para o Consumo Consciente, além de vice-presidente do Comitê de Liberdade de Expressão da Sociedade Interamericana de Imprensa.
Fernando Cesar Mesquita confirma presença e fala sobre as redes sociais e o novo modelo de relacionamento do Senado
O diretor de Comunicação do Senado, Fernando Cesar Mesquita (ex-porta-voz da Presidência da República, no Governo José Sarney), é um dos conferencistas do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011. Convidado pelo curador do núcleo de Comunicação Digital do Congresso, Manoel Fernandes, Mesquita aborda, em sua apresentação, o tema As redes sociais e a administração pública: o novo modelo de relacionamento, enfocando as profundas e complexas mudanças implementadas na Comunicação do Senado, a partir do uso intensivo das novas tecnologias digitais e de uma grande aproximação com as redes sociais.
Redes sociais também serão tema de Marcelo Coutinho
Marcelo Coutinho, professor da Fundação Getúlio Vargas e Diretor de Inteligência Mercadológica do portal Terra Latin América & USA também tem presença assegurada no Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011. Pioneiro da internet no Brasil e um dos maiores estudiosos da tecnologia digital, Coutinho, que colaborou na formulação do projeto da Rádio Mega Brasil Online, também terá as redes sociais como tema central de sua apresentação, porém voltando seu enfoque para o futuro, sobre as tendências nesse campo e os impactos que poderão provocar no cotidiano de profissionais e organizações.
A hora e a vez da medicina na Comunicação
David Uip, do Hospital Emílio Ribas, e Carlos Alberto Pastore, do Incor, são os convidados do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 para falar sobre convivência e quebra de resistência entre médicos e jornalistas. Os dois profissionais, colocados entre os mais respeitados médicos do País, transformaram-se em porta-vozes sobre assuntos médicos para a imprensa brasileira. Aceitaram o desafio de participar de um congresso de comunicação para falar de como enxergam hoje essa árdua tarefa de porta-vozes e o que aprenderam com os jornalistas e a eles ensinaram nesse relacionamento. O título da apresentação é A arte de jogar no meio do campo: Quando o assessor de imprensa é escalado para quebrar resistências mútuas, aproximar médicos da imprensa e aprimorar a cobertura de assuntos técnicos. David Uip é infectologista e diretor do Hospital Emílio Ribas, e atuou como porta-voz em situações de grande impacto público, como no surgimento da Aids, na década de 80, e, mais recentemente, na pandemia de Gripe Aviária. Antes disso, enfrentou, no Incor, os microfones da imprensa, ao longo da internação do governador Mário Covas e na celeuma que marcou o processo de recuperação financeira da Fundação Zerbini. Carlos Alberto Pastore, é cardiologista do Incor e coordenador técnico do Curso Incor in Job para Jornalistas, criado com o objetivo específico de aproximar jornalistas do universo da prática e da ciência médica. Além de fonte médica constante para matérias de saúde em várias mídias, possui um site de divulgação de pesquisas em saúde e, há vários anos, um programa na Rádio Estadão ESPN - Estadão No Ar.
Eduardo Pugnali aborda a Comunicação Pública e as novas tecnologias e mídias
O Assessor de Comunicação da Sub-secretaria de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo, Eduardo Pugnali, também participa do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011, abordando o tema Comunicação pública e as novas tecnologias e mídias. Em sua apresentação, revela todo o planejamento feito pelo Governo do Estado de São Paulo, abrangendo o relacionamento com a imprensa, a partir das novas tecnologias e do surgimento das novas mídias, em meio à prevalência ainda da mídia tradicional.
Saiba mais
Informações adicionais sobre o evento pelo telefone 11-5576-5600 ou pelo Twitter (twitter.com/megabrasil), Blog (www.congresso3em1.blogspot.com) e Facebook (http://migre.me/3Tdkp).
Encontros com Jornalistas Escritores leva a assinatura da Camargo Corrêa
A Camargo Corrêa confirmou apoio ao Encontro com Jornalistas Escritores, evento que integra a programação oficial do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 e que leva a curadoria do jornalista Audálio Dantas e que terá a participação de Antonio Torres, Caco Barcellos, Eliane Brum, Laurentino Gomes, José Hamilton Ribeiro, Juca Kfouri, Maurício de Sousa, Moacir Japiassu, Regina Echeverria, Ricardo Kotscho, Ziraldo e Zuenir Ventura. O Encontro com Jornalista escritores acontece nos dias 25 e 26 de maio, em dois diferentes horários: das 9h30 às 11h30 e das 19 às 21 horas.
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 acontece de 24 a 27 de maio no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. Nesse período, a Mega Brasil espera reunir cerca de 3 mil pessoas ao longo desse período, entre estudantes (2 mil, que terão acesso aos Encontros com Jornalistas Escritores) e profissionais (1.000), participando de todas as atividades programadas, entre elas 12 conferências (cinco internacionais), 40 palestras temáticas, 3 cursos especiais, Jornadas de Relacionamento e Qualidade de Vida, Balada da Comunicação e ExpoCom.
Prêmio Personalidade da Comunicação tem o apoio da Telefonica
Pelo oitavo ano consecutivo a Telefônica patrocina o Prêmio Personalidade da Comunicação, que este ano homenageia o acadêmico José Marques de Melo, titular da Cátedra Unesco de Comunicação no Brasil e primeiro doutor em Jornalismo do País. Marques de Melo, a convite dos organizadores, faz uma conferência especial intitulada O Jornalismo e a Comunicação no novo contexto da civilização. A solenidade está marcada para o dia 24 de maio, de 19h10 às 20h10, no Grande Auditório do Centro de Convenções Rebouças e integra a programação oficial do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011. Interessados em participar da solenidades devem solicitar convite pelo e-mail paula@megabrasil.com.br ou tel. 11-5576-5600.
Sidnei Basile recebe homenagem
O jornalista Sidnei Basile, vice-presidente de Relações Institucionais da Editora Abril, falecido no dia 16/3, será homenageado durante a solenidade do Prêmio Personalidade da Comunicação pelo legado que deixou no campo do Jornalismo, da Comunicação Corporativa e, sobretudo, pelo permanente trabalho que desenvolveu na defesa da Liberdade de Imprensa.
Basile era, também, conselheiro do WWF-Brazil, do CEBDS e do Instituto Akatu para o Consumo Consciente, além de vice-presidente do Comitê de Liberdade de Expressão da Sociedade Interamericana de Imprensa.
Fernando Cesar Mesquita confirma presença e fala sobre as redes sociais e o novo modelo de relacionamento do Senado
O diretor de Comunicação do Senado, Fernando Cesar Mesquita (ex-porta-voz da Presidência da República, no Governo José Sarney), é um dos conferencistas do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011. Convidado pelo curador do núcleo de Comunicação Digital do Congresso, Manoel Fernandes, Mesquita aborda, em sua apresentação, o tema As redes sociais e a administração pública: o novo modelo de relacionamento, enfocando as profundas e complexas mudanças implementadas na Comunicação do Senado, a partir do uso intensivo das novas tecnologias digitais e de uma grande aproximação com as redes sociais.
Redes sociais também serão tema de Marcelo Coutinho
Marcelo Coutinho, professor da Fundação Getúlio Vargas e Diretor de Inteligência Mercadológica do portal Terra Latin América & USA também tem presença assegurada no Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011. Pioneiro da internet no Brasil e um dos maiores estudiosos da tecnologia digital, Coutinho, que colaborou na formulação do projeto da Rádio Mega Brasil Online, também terá as redes sociais como tema central de sua apresentação, porém voltando seu enfoque para o futuro, sobre as tendências nesse campo e os impactos que poderão provocar no cotidiano de profissionais e organizações.
A hora e a vez da medicina na Comunicação
David Uip, do Hospital Emílio Ribas, e Carlos Alberto Pastore, do Incor, são os convidados do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 para falar sobre convivência e quebra de resistência entre médicos e jornalistas. Os dois profissionais, colocados entre os mais respeitados médicos do País, transformaram-se em porta-vozes sobre assuntos médicos para a imprensa brasileira. Aceitaram o desafio de participar de um congresso de comunicação para falar de como enxergam hoje essa árdua tarefa de porta-vozes e o que aprenderam com os jornalistas e a eles ensinaram nesse relacionamento. O título da apresentação é A arte de jogar no meio do campo: Quando o assessor de imprensa é escalado para quebrar resistências mútuas, aproximar médicos da imprensa e aprimorar a cobertura de assuntos técnicos. David Uip é infectologista e diretor do Hospital Emílio Ribas, e atuou como porta-voz em situações de grande impacto público, como no surgimento da Aids, na década de 80, e, mais recentemente, na pandemia de Gripe Aviária. Antes disso, enfrentou, no Incor, os microfones da imprensa, ao longo da internação do governador Mário Covas e na celeuma que marcou o processo de recuperação financeira da Fundação Zerbini. Carlos Alberto Pastore, é cardiologista do Incor e coordenador técnico do Curso Incor in Job para Jornalistas, criado com o objetivo específico de aproximar jornalistas do universo da prática e da ciência médica. Além de fonte médica constante para matérias de saúde em várias mídias, possui um site de divulgação de pesquisas em saúde e, há vários anos, um programa na Rádio Estadão ESPN - Estadão No Ar.
Eduardo Pugnali aborda a Comunicação Pública e as novas tecnologias e mídias
O Assessor de Comunicação da Sub-secretaria de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo, Eduardo Pugnali, também participa do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011, abordando o tema Comunicação pública e as novas tecnologias e mídias. Em sua apresentação, revela todo o planejamento feito pelo Governo do Estado de São Paulo, abrangendo o relacionamento com a imprensa, a partir das novas tecnologias e do surgimento das novas mídias, em meio à prevalência ainda da mídia tradicional.
Saiba mais
Informações adicionais sobre o evento pelo telefone 11-5576-5600 ou pelo Twitter (twitter.com/megabrasil), Blog (www.congresso3em1.blogspot.com) e Facebook (http://migre.me/3Tdkp).
Muito bom para quem quer dicas sobre escrever livros
O site é do escritor Julio Rocha e tem muitas dicas interessantes, além da proposta de workshops para quem quer se tornarum escritor de ficção.
http://www.jrocha.com.br
Ser Escritor
Um escritor precisa ser um bom contador de histórias (já que "estória" não é o termo correto de acordo com a norma culta da língua, mas isso é papo para outro dia). Eu diria que este primeiro ponto já é noventa por cento do caminho, mas e os outros dez? Essa é fácil: são as técnicas. Assim como alguém que quer ser médico precisa fazer faculdade para conhecer as técnicas e se capacitar para realizar operações, o escritor precisa estudar as técnicas de construção de um romance para estar apto a escrever. Então alguém se levanta e diz: "isso é balela. Para escrever só precisa ter talento." Eu sei. Eu já disse isso na primeira linha deste parágrafo. Para ser médico também só precisa de talento. Confuso? Calma, explico.
Esqueça, apenas para efeito da lógica que quero desenvolver aqui, que médico precisa de um diploma e de registro no Conselho Regional de Medicina para exercer a profissão. Neste caso, podemos pegar um jovem e colocá-lo para assistir cirurgias durante algum tempo. Você acha que se este jovem tiver talento, for um bom observador e acompanhar algumas centenas de procedimentos cirúrgicos ele será capaz de operar um paciente? Muito provavelmente. Da mesma forma, alguém com talento e que lê muitos livros, será capaz de escrever um romance. O problema do jovem "médico" do nosso exemplo é a falta do conhecimento técnico. Ele pode fazer uma cirurgia, mas será que saberá quando deve ou não remover um tumor dependendo do seu tipo ou gravidade? Este tipo de informação ele só aprende na faculdade e não apenas assistindo outros médicos operarem. Já o escritor sem o conhecimento consciente da técnica poderá cometer erros que comprometerão a qualidade final do seu romance.
Então, aí vai uma resposta completa para a pergunta inicial: para ser escritor é preciso ter talento e conhecer as técnicas.
http://www.jrocha.com.br
Ser Escritor
Um escritor precisa ser um bom contador de histórias (já que "estória" não é o termo correto de acordo com a norma culta da língua, mas isso é papo para outro dia). Eu diria que este primeiro ponto já é noventa por cento do caminho, mas e os outros dez? Essa é fácil: são as técnicas. Assim como alguém que quer ser médico precisa fazer faculdade para conhecer as técnicas e se capacitar para realizar operações, o escritor precisa estudar as técnicas de construção de um romance para estar apto a escrever. Então alguém se levanta e diz: "isso é balela. Para escrever só precisa ter talento." Eu sei. Eu já disse isso na primeira linha deste parágrafo. Para ser médico também só precisa de talento. Confuso? Calma, explico.
Esqueça, apenas para efeito da lógica que quero desenvolver aqui, que médico precisa de um diploma e de registro no Conselho Regional de Medicina para exercer a profissão. Neste caso, podemos pegar um jovem e colocá-lo para assistir cirurgias durante algum tempo. Você acha que se este jovem tiver talento, for um bom observador e acompanhar algumas centenas de procedimentos cirúrgicos ele será capaz de operar um paciente? Muito provavelmente. Da mesma forma, alguém com talento e que lê muitos livros, será capaz de escrever um romance. O problema do jovem "médico" do nosso exemplo é a falta do conhecimento técnico. Ele pode fazer uma cirurgia, mas será que saberá quando deve ou não remover um tumor dependendo do seu tipo ou gravidade? Este tipo de informação ele só aprende na faculdade e não apenas assistindo outros médicos operarem. Já o escritor sem o conhecimento consciente da técnica poderá cometer erros que comprometerão a qualidade final do seu romance.
Então, aí vai uma resposta completa para a pergunta inicial: para ser escritor é preciso ter talento e conhecer as técnicas.
domingo, 24 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Assessores de imprensa X galera da redação
Desilusões perdidas: Assessores de imprensa X galera da redação: "- Alô, Caderno de Cultura. - Boa tarde, com quem eu falo? - Pedro. - Pedro, aqui é o Edson, da Pauta Criativa Comunicação, tudo bom? - Edson..."
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Só uma amiga de infância pra conhecer agente assim....
Não sei se a procedência está correta, se estiver, permita-me Marta Medeiros, replicar em meu blog, afinal, quem me enviou foi uma amiga de infância e isso é tudo o que eu queria dizer sobre minha vida... Obrigada Rê!
(Texto na Revista do Jornal O Globo)
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros...
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias..
Cinco dias!
Tempo para uma massagem...
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'
Martha Medeiros - Jornalista e escritora
(Texto na Revista do Jornal O Globo)
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero.
Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros...
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias..
Cinco dias!
Tempo para uma massagem...
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'
Martha Medeiros - Jornalista e escritora
terça-feira, 12 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Vale a pena relembrar
Sobre a Vírgula
Muito bonita a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
Muito bonita a campanha dos 100 anos da ABI
(Associação Brasileira de Imprensa).
Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere..
Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.
Pode criar heróis..
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.
Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.
A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.
A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência!
Não, tenha clemência!
Uma vírgula muda tudo.
ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
#Congresso3em1: Expo Comunicação: troca com clientes pode render m...
#Congresso3em1: Expo Comunicação: troca com clientes pode render m...: "Você sabia que durante o #congresso3em1 a Mega Brasil Comunicação oferece a oportunidade de conhecer pessoas incríveis, com as quais, muita..."
terça-feira, 5 de abril de 2011
SUPERAR
Adorei esse texto...
Encontre sua fórmula de viver positivamente.
Todos nós temos dificuldades e desafios diários.
Supere-se, o trabalho árduo é a saída mais fácil.
Quanto mais arduamente você trabalha, mais fácil a vida se torna.
Quando você tenta evitar o esforço, a vida se torna cada vez mais difícil.
Cada momento é uma oportunidade de melhorar sua qualidade de vida.
Você pode aceitar desafios, superar obstáculos e conquistar grandes coisas.
Mas somente quando esforça-se para isso.
Trabalhe todos os dias para usar plenamente o potencial que a sua vida tem.
Desafios surgirão, quer você os encare ou não.
Eles podem ajudá-lo a crescer ou podem colocá-lo para baixo.
Escolha fazer o esforço. Escolha fazer sua própria sorte.
Escolha tomar as atitudes que levam ao sucesso e as conquistas.
No final, essa é a decisão mais fácil a se tomar.
O ser humano é movido por desafios.
A vida é como uma estrada, onde nela viajamos com destino à perfeição.
Lute com força e determinação. SUPERE-SE.
Narciso Machado
e-mail - narciso@ncm.com.br
Encontre sua fórmula de viver positivamente.
Todos nós temos dificuldades e desafios diários.
Supere-se, o trabalho árduo é a saída mais fácil.
Quanto mais arduamente você trabalha, mais fácil a vida se torna.
Quando você tenta evitar o esforço, a vida se torna cada vez mais difícil.
Cada momento é uma oportunidade de melhorar sua qualidade de vida.
Você pode aceitar desafios, superar obstáculos e conquistar grandes coisas.
Mas somente quando esforça-se para isso.
Trabalhe todos os dias para usar plenamente o potencial que a sua vida tem.
Desafios surgirão, quer você os encare ou não.
Eles podem ajudá-lo a crescer ou podem colocá-lo para baixo.
Escolha fazer o esforço. Escolha fazer sua própria sorte.
Escolha tomar as atitudes que levam ao sucesso e as conquistas.
No final, essa é a decisão mais fácil a se tomar.
O ser humano é movido por desafios.
A vida é como uma estrada, onde nela viajamos com destino à perfeição.
Lute com força e determinação. SUPERE-SE.
Narciso Machado
e-mail - narciso@ncm.com.br
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Desilusões perdidas: Manual de etiqueta para jornalistas em coletivas d...
Desilusões perdidas: Manual de etiqueta para jornalistas em coletivas d...: "1) Quando chegar atrasado a uma coletiva, não encha o saco dos colegas para saber o que já aconteceu de interessante. Você vai ficar com fam..."
quinta-feira, 31 de março de 2011
#Congresso3em1: Movimento Landell de Moura ganha data: assine e aj...
#Congresso3em1: Movimento Landell de Moura ganha data: assine e aj...: "A data de hoje - 30 de março de 2011 - entra definitivamente para a História do Brasil. Escolhida por várias instituições participantes, inc..."
segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Para reflexão
Muito interessante esse artigo de Alberto Dines sobre a mídia brasileira. Texto publicado no Observátorio da Imprensa, um pouco longo mais vale a pena:
Mundo ferve, mídia trôpega
Por Alberto Dines.
Iniciado o ano real, efetivo: os jornalões voltam ao seu estado natural – desnorteados, atarantados, incapazes de responder com grandeza às convocações do noticiário. O mundo ferve, a mídia vai levando. A sucessão de calamidades e catástrofes não cria um sistema capaz de responder com rapidez às angústias do seu público. Prefere iludi-lo com banalidades ao invés de preocupá-lo com transcendências.
No domingo [13/3], nenhum deles conseguiu oferecer algum tipo de reação a respeito do desastre nuclear que ronda o Japão, embora as notícias sobre as complicações na central de Fukushima tenham começado na sexta-feira [11/3], em seguida ao terremoto. Afinal, o Brasil tem duas centrais em funcionamento em Angra dos Reis e o novo governo está empenhado em terminar a montagem da terceira.
Emocionados com a tragédia japonesa, seria aconselhável que não se perdessem de vista as implicações locais do que acontece nos antípodas: a energia nuclear volta a ser duramente questionada. Principalmente na Alemanha, onde teoricamente está banida.
Os reatores são seguros, garantem os técnicos – seguros até que um fato novo ou evento máximo escancare a sua vulnerabilidade. Este questionamento só pode ser acionado pela mídia – o legislativo federal continua fixado em cargos, verbas, vantagens e assim ficará pelo menos até o segundo semestre.
Estímulos
Nossa mídia só reage ao estímulo das denúncias de corrupção – mesmo assim, somente às de alto bordo, a grande corrupção político-partidária que sabe explorar com perfeição em benefício de suas preferências.
O escândalo da polícia civil do Rio sumiu misteriosamente do noticiário e ele tem a ver com a perigosa metástase do narcotráfico que iguala o país à velha Colômbia ou ao novo México.
Sossegada pela sábia estratégia da presidente Dilma Rousseff de não espicaçar os seus pontos fracos, a mídia perdeu aquele mínimo de animação e combatividade que exibiu em alguns momentos. Aceita tudo, engole tudo, nada lhe parece incômodo, estranho, acintoso ou indecente. Relaxa e goza, desde que não se toque nos mercados nem se convoque o Estado para novas tarefas – como a de acabar com o duopólio do transporte aéreo que castiga a sociedade e compromete o desenvolvimento do país.
Complacência
Exemplo desta modorra e complacência foi a aceitação dos resultados dos concursos das escolas de samba no Rio de Janeiro e de São Paulo. Estes resultados no fim do Carnaval sempre foram motivo de calorosas e saudáveis controvérsias, isca para provocar o cidadão e levá-lo a se engajar num debate de teor cultural. A premiação deste ano, privilegiando o gênero da biografia fajutada, agride a tradição dos samba-enredos criativos e originais, sofisticados e populares, mix que só as escolas de samba conseguem produzir com perfeição.
A escolha de duas celebridades, Roberto Carlos (Beija-Flor) e o ex-pianista-agora-maestro João Carlos Martins (Vai-Vai), não esconde uma predileção pelas fontes de apoio e financiamento fácil. O músico homenageado pela escola paulistana é da entourage de Paulo Maluf e seu irmão, Ives Gandra Martins, representante máximo da Opus Dei no Brasil.
Ninguém lembrou que o mesmo Roberto Carlos conseguiu embargar judicialmente a publicação de uma biografia não-autorizada e a queima dos volumes impressos, façanha que o coloca ao lado da Santa Inquisição.
O anúncio de que a mesma Beija-Flor do Rio vai cantar Angola no Carnaval de 2012 não produziu a menor faísca de indignação em nossa valente mídia: José Eduardo dos Santos, o presidente da ex-colônia portuguesa, é um autêntico ditador, no poder há 32 anos consecutivos – mais do que Hosni Mubarak –, capo de um dos estados mais corruptos da África e cuja família comprou com diamantes parte da mídia portuguesa e que agora desembarca no Brasil.
A mídia não esconde que vive de celebridades, precisa delas, mesmo caquéticas ou suspeitas. O endeusamento de Hebe Camargo porque teve um câncer e o descarado salvo-conduto oferecido ao falido banqueiro-apresentador Silvio Santos são provas de um afrouxamento generalizado nos padrões das exigências morais que em algum momento será cobrado. Em 2012 teremos eleições, em 2014 também. Então tudo muda
Mundo ferve, mídia trôpega
Por Alberto Dines.
Iniciado o ano real, efetivo: os jornalões voltam ao seu estado natural – desnorteados, atarantados, incapazes de responder com grandeza às convocações do noticiário. O mundo ferve, a mídia vai levando. A sucessão de calamidades e catástrofes não cria um sistema capaz de responder com rapidez às angústias do seu público. Prefere iludi-lo com banalidades ao invés de preocupá-lo com transcendências.
No domingo [13/3], nenhum deles conseguiu oferecer algum tipo de reação a respeito do desastre nuclear que ronda o Japão, embora as notícias sobre as complicações na central de Fukushima tenham começado na sexta-feira [11/3], em seguida ao terremoto. Afinal, o Brasil tem duas centrais em funcionamento em Angra dos Reis e o novo governo está empenhado em terminar a montagem da terceira.
Emocionados com a tragédia japonesa, seria aconselhável que não se perdessem de vista as implicações locais do que acontece nos antípodas: a energia nuclear volta a ser duramente questionada. Principalmente na Alemanha, onde teoricamente está banida.
Os reatores são seguros, garantem os técnicos – seguros até que um fato novo ou evento máximo escancare a sua vulnerabilidade. Este questionamento só pode ser acionado pela mídia – o legislativo federal continua fixado em cargos, verbas, vantagens e assim ficará pelo menos até o segundo semestre.
Estímulos
Nossa mídia só reage ao estímulo das denúncias de corrupção – mesmo assim, somente às de alto bordo, a grande corrupção político-partidária que sabe explorar com perfeição em benefício de suas preferências.
O escândalo da polícia civil do Rio sumiu misteriosamente do noticiário e ele tem a ver com a perigosa metástase do narcotráfico que iguala o país à velha Colômbia ou ao novo México.
Sossegada pela sábia estratégia da presidente Dilma Rousseff de não espicaçar os seus pontos fracos, a mídia perdeu aquele mínimo de animação e combatividade que exibiu em alguns momentos. Aceita tudo, engole tudo, nada lhe parece incômodo, estranho, acintoso ou indecente. Relaxa e goza, desde que não se toque nos mercados nem se convoque o Estado para novas tarefas – como a de acabar com o duopólio do transporte aéreo que castiga a sociedade e compromete o desenvolvimento do país.
Complacência
Exemplo desta modorra e complacência foi a aceitação dos resultados dos concursos das escolas de samba no Rio de Janeiro e de São Paulo. Estes resultados no fim do Carnaval sempre foram motivo de calorosas e saudáveis controvérsias, isca para provocar o cidadão e levá-lo a se engajar num debate de teor cultural. A premiação deste ano, privilegiando o gênero da biografia fajutada, agride a tradição dos samba-enredos criativos e originais, sofisticados e populares, mix que só as escolas de samba conseguem produzir com perfeição.
A escolha de duas celebridades, Roberto Carlos (Beija-Flor) e o ex-pianista-agora-maestro João Carlos Martins (Vai-Vai), não esconde uma predileção pelas fontes de apoio e financiamento fácil. O músico homenageado pela escola paulistana é da entourage de Paulo Maluf e seu irmão, Ives Gandra Martins, representante máximo da Opus Dei no Brasil.
Ninguém lembrou que o mesmo Roberto Carlos conseguiu embargar judicialmente a publicação de uma biografia não-autorizada e a queima dos volumes impressos, façanha que o coloca ao lado da Santa Inquisição.
O anúncio de que a mesma Beija-Flor do Rio vai cantar Angola no Carnaval de 2012 não produziu a menor faísca de indignação em nossa valente mídia: José Eduardo dos Santos, o presidente da ex-colônia portuguesa, é um autêntico ditador, no poder há 32 anos consecutivos – mais do que Hosni Mubarak –, capo de um dos estados mais corruptos da África e cuja família comprou com diamantes parte da mídia portuguesa e que agora desembarca no Brasil.
A mídia não esconde que vive de celebridades, precisa delas, mesmo caquéticas ou suspeitas. O endeusamento de Hebe Camargo porque teve um câncer e o descarado salvo-conduto oferecido ao falido banqueiro-apresentador Silvio Santos são provas de um afrouxamento generalizado nos padrões das exigências morais que em algum momento será cobrado. Em 2012 teremos eleições, em 2014 também. Então tudo muda
Paulo Nassar e Renato Gasparetto Jr. confirmam participação no Congresso Mega Brasil
Dois dos mais importantes nomes da comunicação corporativa brasileira confirmaram presença como conferencistas na edição 2011 do Congresso Mega Brasil de Comunicação.
São eles: Renato Gasparetto Jr., diretor de Comunicação e Relações Institucionais do Grupo Gerdau, e Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje e professor da ECA/USP.
Gasparetto levará para o encontro uma visão do processo reverso, de liderar, a partir do Brasil e de uma multinacional brasileira, o trabalho de comunicação em âmbito internacional.O título de sua apresentação é “Made in Brazil – O padrão Gerdau na internacionalização da Comunicação Corporativa”, marcada para a tarde do dia 26/5.
Nassar terá a missão de debater a ampliação do conceito de comunicação nos ambientes corporativos. Sua apresentação, programada para 27/5, tem por título “A explosão das fronteiras (invisíveis) da comunicação e seu impacto nas estratégias corporativas”.
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 será realizado entre os dias 24/5 e 27/5 no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
São eles: Renato Gasparetto Jr., diretor de Comunicação e Relações Institucionais do Grupo Gerdau, e Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje e professor da ECA/USP.
Gasparetto levará para o encontro uma visão do processo reverso, de liderar, a partir do Brasil e de uma multinacional brasileira, o trabalho de comunicação em âmbito internacional.O título de sua apresentação é “Made in Brazil – O padrão Gerdau na internacionalização da Comunicação Corporativa”, marcada para a tarde do dia 26/5.
Nassar terá a missão de debater a ampliação do conceito de comunicação nos ambientes corporativos. Sua apresentação, programada para 27/5, tem por título “A explosão das fronteiras (invisíveis) da comunicação e seu impacto nas estratégias corporativas”.
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 será realizado entre os dias 24/5 e 27/5 no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Em casa de ferreiro o espeto é de pau...
Não gosto muito de frases feitas, mas essa veio a calhar. O momento é de muita correria, mudanças, ajustes as mídias digitais, atendimento aos jornalistas. Mais de dois meses desde o início do ano e a ordem foi arrumar a casa e cuidar do que temos, para poder se mostrar. A equipe da Gargantini mudou, agora temos com a gente a jornalista Mayara Veiga e o Relações Públicas Bruno Abrão.
O foco continua o mesmo: assessoria de comunicação, que inclui planejamento estratégico e criação de ferramentas para aproximação do cliente com seus diversos públicos de interesse.
Trabalhamos continuamente:
1. Mídias digitais para atender o cliente de seu cliente "in time".
2. Assessoria de imprensa, para aproximar e favorecer o vinculo do cliente com a mídia e torná-lo fonte de informações.
3. Planejamento, organização e cobertura de eventos e inaugurações para o fortalecimento da imagem do cliente diante desses públicos, dentro e fora da cidade de origem.
4. Ações de Responsabilidade Social com responsabilidade e profissionalismo, atendendo á demandas e aproximando a empresa das necessidades da comunidade .
5. Media training posicionando o cliente corretamente diante da mídia com discursos que vão de encontro á definições estratégicas do negócio.
Tudo isso junto ou através de jobs e ações dirigidas, além de um departamento de criação e produção de textos ativo e dinâmico, garantindo que a mensagem chegue e atenda aos objetivos da empresa contratante.
Enfim, ficamos sem escrever ou postar novidades porque tivémos muito a fazer, e ufa, fizemos - organizamos toda essa produção para melhor atender aos nossos clientes e a você, que procura uma agência séria e dinâmica para trabalhar sua imagem.
Como todo mundo no Brasil diz que o ano começa depois do carnaval, estamos em tempo de retomar nossos assuntos por aqui e espero que você tenha me entendido.
Ah, esqueci de dizer que também mudamos de endereço. Agora estamos na Gabriel Idálio de Camargo, 330, sl 4 - Americana/ SP.
Sucesso para todos nós em 2011! Mãos a obra!
O foco continua o mesmo: assessoria de comunicação, que inclui planejamento estratégico e criação de ferramentas para aproximação do cliente com seus diversos públicos de interesse.
Trabalhamos continuamente:
1. Mídias digitais para atender o cliente de seu cliente "in time".
2. Assessoria de imprensa, para aproximar e favorecer o vinculo do cliente com a mídia e torná-lo fonte de informações.
3. Planejamento, organização e cobertura de eventos e inaugurações para o fortalecimento da imagem do cliente diante desses públicos, dentro e fora da cidade de origem.
4. Ações de Responsabilidade Social com responsabilidade e profissionalismo, atendendo á demandas e aproximando a empresa das necessidades da comunidade .
5. Media training posicionando o cliente corretamente diante da mídia com discursos que vão de encontro á definições estratégicas do negócio.
Tudo isso junto ou através de jobs e ações dirigidas, além de um departamento de criação e produção de textos ativo e dinâmico, garantindo que a mensagem chegue e atenda aos objetivos da empresa contratante.
Enfim, ficamos sem escrever ou postar novidades porque tivémos muito a fazer, e ufa, fizemos - organizamos toda essa produção para melhor atender aos nossos clientes e a você, que procura uma agência séria e dinâmica para trabalhar sua imagem.
Como todo mundo no Brasil diz que o ano começa depois do carnaval, estamos em tempo de retomar nossos assuntos por aqui e espero que você tenha me entendido.
Ah, esqueci de dizer que também mudamos de endereço. Agora estamos na Gabriel Idálio de Camargo, 330, sl 4 - Americana/ SP.
Sucesso para todos nós em 2011! Mãos a obra!
Mudei, e agora?
Achei essa matéria muito interessante. Vale a pena conferir...
Conheça casos de quem saiu da redação e partiu para assessoria
Izabela Vasconcelos - Site Comunique-se
20, 15 e 12 anos. Esse foi o tempo que eles atuaram nas redações de jornais impressos e decidiram partir para o “outro lado do balcão”, a assessoria de imprensa. Maristela Mafei, diretora da Máquina da Notícia; Sérgio Pugliese, diretor da Approach; e Andrew Greenlees, vice-presidente da CDN, falam sobre a transição de uma área para a outra.
Veja a matéria completa: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D58200%26Editoria%3D1192%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D116944164841%26fnt%3Dfntnl
Conheça casos de quem saiu da redação e partiu para assessoria
Izabela Vasconcelos - Site Comunique-se
20, 15 e 12 anos. Esse foi o tempo que eles atuaram nas redações de jornais impressos e decidiram partir para o “outro lado do balcão”, a assessoria de imprensa. Maristela Mafei, diretora da Máquina da Notícia; Sérgio Pugliese, diretor da Approach; e Andrew Greenlees, vice-presidente da CDN, falam sobre a transição de uma área para a outra.
Veja a matéria completa: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D58200%26Editoria%3D1192%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D116944164841%26fnt%3Dfntnl
terça-feira, 15 de março de 2011
PARA REFLEXÃO
O Sucesso consiste em não fazer Inimigos
Max Gehringer
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é! A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória.
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."
Max Gehringer
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é! A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória.
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
A cor regente de 2011
A cor que regerá 2011 será o amarelo e todas as suas nuances, desde o creme, o palha até o dourado. Esta é a cor do intelecto, do nosso corpo mental, da inteligência, que certamente estará presente durante todo ano. Portanto, mesmo que 2011, astralmente falando, comece somente em 21 de março, podemos certamente iniciar o ano com a energia dessa cor. Use amarelo na virada do ano e comece atraindo as boas vibrações dessa energia. Acenda velas amarelas, enfeite sua casa com detalhes de amarelo, arrume a mesa usando o amarelo, ou as nuances dessa cor, é claro. O palha, uma de suas nuances, transmite paz e tranquilidade.
É uma cor clássica e discreta e caso seja de touro, virgem ou capricórnio, vai preferir essa nuance. O amarelo puro transmite luz, calor, movimento e intelectualidade, como o próprio Mercúrio. O amarelo está também associado à prosperidade, ao otimismo e ao verão. Portanto, essa forte energia ajudará na ativação do intelecto, da comunicação, da concentração, e na clarificação das ideias. É uma cor extremamente positiva, pois está associada à riqueza e à boa sorte.Portanto, use e abuse do amarelo e de todas as nuances dessa cor durante todo ano astral de 2011!
É uma cor clássica e discreta e caso seja de touro, virgem ou capricórnio, vai preferir essa nuance. O amarelo puro transmite luz, calor, movimento e intelectualidade, como o próprio Mercúrio. O amarelo está também associado à prosperidade, ao otimismo e ao verão. Portanto, essa forte energia ajudará na ativação do intelecto, da comunicação, da concentração, e na clarificação das ideias. É uma cor extremamente positiva, pois está associada à riqueza e à boa sorte.Portanto, use e abuse do amarelo e de todas as nuances dessa cor durante todo ano astral de 2011!
domingo, 2 de janeiro de 2011
Alguém viu 2010 passar???
"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais...
Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem.
O ano que passou foi um ano cheio.
Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal.
Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.
A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal. O próximo ano não vai ser diferente.
Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!
Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim...
Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria três, a dos colegas. Ou mude de classe, transforme-o em conhecido. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE).
Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial.
O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... pode ser puro orgulho!
Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!!
FELIZ OLHAR NOVO! " (Carlos Drummond de Andrade)
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais...
Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem.
O ano que passou foi um ano cheio.
Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal.
Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.
A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal. O próximo ano não vai ser diferente.
Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria! E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!
Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim...
Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria três, a dos colegas. Ou mude de classe, transforme-o em conhecido. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE).
Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes. Desejo para todo mundo esse olhar especial.
O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro. O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... pode ser puro orgulho!
Depende de mim, de você! Pode ser. E que seja!!!
FELIZ OLHAR NOVO! " (Carlos Drummond de Andrade)
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