quinta-feira, 31 de março de 2011
#Congresso3em1: Movimento Landell de Moura ganha data: assine e aj...
#Congresso3em1: Movimento Landell de Moura ganha data: assine e aj...: "A data de hoje - 30 de março de 2011 - entra definitivamente para a História do Brasil. Escolhida por várias instituições participantes, inc..."
segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 18 de março de 2011
Para reflexão
Muito interessante esse artigo de Alberto Dines sobre a mídia brasileira. Texto publicado no Observátorio da Imprensa, um pouco longo mais vale a pena:
Mundo ferve, mídia trôpega
Por Alberto Dines.
Iniciado o ano real, efetivo: os jornalões voltam ao seu estado natural – desnorteados, atarantados, incapazes de responder com grandeza às convocações do noticiário. O mundo ferve, a mídia vai levando. A sucessão de calamidades e catástrofes não cria um sistema capaz de responder com rapidez às angústias do seu público. Prefere iludi-lo com banalidades ao invés de preocupá-lo com transcendências.
No domingo [13/3], nenhum deles conseguiu oferecer algum tipo de reação a respeito do desastre nuclear que ronda o Japão, embora as notícias sobre as complicações na central de Fukushima tenham começado na sexta-feira [11/3], em seguida ao terremoto. Afinal, o Brasil tem duas centrais em funcionamento em Angra dos Reis e o novo governo está empenhado em terminar a montagem da terceira.
Emocionados com a tragédia japonesa, seria aconselhável que não se perdessem de vista as implicações locais do que acontece nos antípodas: a energia nuclear volta a ser duramente questionada. Principalmente na Alemanha, onde teoricamente está banida.
Os reatores são seguros, garantem os técnicos – seguros até que um fato novo ou evento máximo escancare a sua vulnerabilidade. Este questionamento só pode ser acionado pela mídia – o legislativo federal continua fixado em cargos, verbas, vantagens e assim ficará pelo menos até o segundo semestre.
Estímulos
Nossa mídia só reage ao estímulo das denúncias de corrupção – mesmo assim, somente às de alto bordo, a grande corrupção político-partidária que sabe explorar com perfeição em benefício de suas preferências.
O escândalo da polícia civil do Rio sumiu misteriosamente do noticiário e ele tem a ver com a perigosa metástase do narcotráfico que iguala o país à velha Colômbia ou ao novo México.
Sossegada pela sábia estratégia da presidente Dilma Rousseff de não espicaçar os seus pontos fracos, a mídia perdeu aquele mínimo de animação e combatividade que exibiu em alguns momentos. Aceita tudo, engole tudo, nada lhe parece incômodo, estranho, acintoso ou indecente. Relaxa e goza, desde que não se toque nos mercados nem se convoque o Estado para novas tarefas – como a de acabar com o duopólio do transporte aéreo que castiga a sociedade e compromete o desenvolvimento do país.
Complacência
Exemplo desta modorra e complacência foi a aceitação dos resultados dos concursos das escolas de samba no Rio de Janeiro e de São Paulo. Estes resultados no fim do Carnaval sempre foram motivo de calorosas e saudáveis controvérsias, isca para provocar o cidadão e levá-lo a se engajar num debate de teor cultural. A premiação deste ano, privilegiando o gênero da biografia fajutada, agride a tradição dos samba-enredos criativos e originais, sofisticados e populares, mix que só as escolas de samba conseguem produzir com perfeição.
A escolha de duas celebridades, Roberto Carlos (Beija-Flor) e o ex-pianista-agora-maestro João Carlos Martins (Vai-Vai), não esconde uma predileção pelas fontes de apoio e financiamento fácil. O músico homenageado pela escola paulistana é da entourage de Paulo Maluf e seu irmão, Ives Gandra Martins, representante máximo da Opus Dei no Brasil.
Ninguém lembrou que o mesmo Roberto Carlos conseguiu embargar judicialmente a publicação de uma biografia não-autorizada e a queima dos volumes impressos, façanha que o coloca ao lado da Santa Inquisição.
O anúncio de que a mesma Beija-Flor do Rio vai cantar Angola no Carnaval de 2012 não produziu a menor faísca de indignação em nossa valente mídia: José Eduardo dos Santos, o presidente da ex-colônia portuguesa, é um autêntico ditador, no poder há 32 anos consecutivos – mais do que Hosni Mubarak –, capo de um dos estados mais corruptos da África e cuja família comprou com diamantes parte da mídia portuguesa e que agora desembarca no Brasil.
A mídia não esconde que vive de celebridades, precisa delas, mesmo caquéticas ou suspeitas. O endeusamento de Hebe Camargo porque teve um câncer e o descarado salvo-conduto oferecido ao falido banqueiro-apresentador Silvio Santos são provas de um afrouxamento generalizado nos padrões das exigências morais que em algum momento será cobrado. Em 2012 teremos eleições, em 2014 também. Então tudo muda
Mundo ferve, mídia trôpega
Por Alberto Dines.
Iniciado o ano real, efetivo: os jornalões voltam ao seu estado natural – desnorteados, atarantados, incapazes de responder com grandeza às convocações do noticiário. O mundo ferve, a mídia vai levando. A sucessão de calamidades e catástrofes não cria um sistema capaz de responder com rapidez às angústias do seu público. Prefere iludi-lo com banalidades ao invés de preocupá-lo com transcendências.
No domingo [13/3], nenhum deles conseguiu oferecer algum tipo de reação a respeito do desastre nuclear que ronda o Japão, embora as notícias sobre as complicações na central de Fukushima tenham começado na sexta-feira [11/3], em seguida ao terremoto. Afinal, o Brasil tem duas centrais em funcionamento em Angra dos Reis e o novo governo está empenhado em terminar a montagem da terceira.
Emocionados com a tragédia japonesa, seria aconselhável que não se perdessem de vista as implicações locais do que acontece nos antípodas: a energia nuclear volta a ser duramente questionada. Principalmente na Alemanha, onde teoricamente está banida.
Os reatores são seguros, garantem os técnicos – seguros até que um fato novo ou evento máximo escancare a sua vulnerabilidade. Este questionamento só pode ser acionado pela mídia – o legislativo federal continua fixado em cargos, verbas, vantagens e assim ficará pelo menos até o segundo semestre.
Estímulos
Nossa mídia só reage ao estímulo das denúncias de corrupção – mesmo assim, somente às de alto bordo, a grande corrupção político-partidária que sabe explorar com perfeição em benefício de suas preferências.
O escândalo da polícia civil do Rio sumiu misteriosamente do noticiário e ele tem a ver com a perigosa metástase do narcotráfico que iguala o país à velha Colômbia ou ao novo México.
Sossegada pela sábia estratégia da presidente Dilma Rousseff de não espicaçar os seus pontos fracos, a mídia perdeu aquele mínimo de animação e combatividade que exibiu em alguns momentos. Aceita tudo, engole tudo, nada lhe parece incômodo, estranho, acintoso ou indecente. Relaxa e goza, desde que não se toque nos mercados nem se convoque o Estado para novas tarefas – como a de acabar com o duopólio do transporte aéreo que castiga a sociedade e compromete o desenvolvimento do país.
Complacência
Exemplo desta modorra e complacência foi a aceitação dos resultados dos concursos das escolas de samba no Rio de Janeiro e de São Paulo. Estes resultados no fim do Carnaval sempre foram motivo de calorosas e saudáveis controvérsias, isca para provocar o cidadão e levá-lo a se engajar num debate de teor cultural. A premiação deste ano, privilegiando o gênero da biografia fajutada, agride a tradição dos samba-enredos criativos e originais, sofisticados e populares, mix que só as escolas de samba conseguem produzir com perfeição.
A escolha de duas celebridades, Roberto Carlos (Beija-Flor) e o ex-pianista-agora-maestro João Carlos Martins (Vai-Vai), não esconde uma predileção pelas fontes de apoio e financiamento fácil. O músico homenageado pela escola paulistana é da entourage de Paulo Maluf e seu irmão, Ives Gandra Martins, representante máximo da Opus Dei no Brasil.
Ninguém lembrou que o mesmo Roberto Carlos conseguiu embargar judicialmente a publicação de uma biografia não-autorizada e a queima dos volumes impressos, façanha que o coloca ao lado da Santa Inquisição.
O anúncio de que a mesma Beija-Flor do Rio vai cantar Angola no Carnaval de 2012 não produziu a menor faísca de indignação em nossa valente mídia: José Eduardo dos Santos, o presidente da ex-colônia portuguesa, é um autêntico ditador, no poder há 32 anos consecutivos – mais do que Hosni Mubarak –, capo de um dos estados mais corruptos da África e cuja família comprou com diamantes parte da mídia portuguesa e que agora desembarca no Brasil.
A mídia não esconde que vive de celebridades, precisa delas, mesmo caquéticas ou suspeitas. O endeusamento de Hebe Camargo porque teve um câncer e o descarado salvo-conduto oferecido ao falido banqueiro-apresentador Silvio Santos são provas de um afrouxamento generalizado nos padrões das exigências morais que em algum momento será cobrado. Em 2012 teremos eleições, em 2014 também. Então tudo muda
Paulo Nassar e Renato Gasparetto Jr. confirmam participação no Congresso Mega Brasil
Dois dos mais importantes nomes da comunicação corporativa brasileira confirmaram presença como conferencistas na edição 2011 do Congresso Mega Brasil de Comunicação.
São eles: Renato Gasparetto Jr., diretor de Comunicação e Relações Institucionais do Grupo Gerdau, e Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje e professor da ECA/USP.
Gasparetto levará para o encontro uma visão do processo reverso, de liderar, a partir do Brasil e de uma multinacional brasileira, o trabalho de comunicação em âmbito internacional.O título de sua apresentação é “Made in Brazil – O padrão Gerdau na internacionalização da Comunicação Corporativa”, marcada para a tarde do dia 26/5.
Nassar terá a missão de debater a ampliação do conceito de comunicação nos ambientes corporativos. Sua apresentação, programada para 27/5, tem por título “A explosão das fronteiras (invisíveis) da comunicação e seu impacto nas estratégias corporativas”.
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 será realizado entre os dias 24/5 e 27/5 no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
São eles: Renato Gasparetto Jr., diretor de Comunicação e Relações Institucionais do Grupo Gerdau, e Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje e professor da ECA/USP.
Gasparetto levará para o encontro uma visão do processo reverso, de liderar, a partir do Brasil e de uma multinacional brasileira, o trabalho de comunicação em âmbito internacional.O título de sua apresentação é “Made in Brazil – O padrão Gerdau na internacionalização da Comunicação Corporativa”, marcada para a tarde do dia 26/5.
Nassar terá a missão de debater a ampliação do conceito de comunicação nos ambientes corporativos. Sua apresentação, programada para 27/5, tem por título “A explosão das fronteiras (invisíveis) da comunicação e seu impacto nas estratégias corporativas”.
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011 será realizado entre os dias 24/5 e 27/5 no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Em casa de ferreiro o espeto é de pau...
Não gosto muito de frases feitas, mas essa veio a calhar. O momento é de muita correria, mudanças, ajustes as mídias digitais, atendimento aos jornalistas. Mais de dois meses desde o início do ano e a ordem foi arrumar a casa e cuidar do que temos, para poder se mostrar. A equipe da Gargantini mudou, agora temos com a gente a jornalista Mayara Veiga e o Relações Públicas Bruno Abrão.
O foco continua o mesmo: assessoria de comunicação, que inclui planejamento estratégico e criação de ferramentas para aproximação do cliente com seus diversos públicos de interesse.
Trabalhamos continuamente:
1. Mídias digitais para atender o cliente de seu cliente "in time".
2. Assessoria de imprensa, para aproximar e favorecer o vinculo do cliente com a mídia e torná-lo fonte de informações.
3. Planejamento, organização e cobertura de eventos e inaugurações para o fortalecimento da imagem do cliente diante desses públicos, dentro e fora da cidade de origem.
4. Ações de Responsabilidade Social com responsabilidade e profissionalismo, atendendo á demandas e aproximando a empresa das necessidades da comunidade .
5. Media training posicionando o cliente corretamente diante da mídia com discursos que vão de encontro á definições estratégicas do negócio.
Tudo isso junto ou através de jobs e ações dirigidas, além de um departamento de criação e produção de textos ativo e dinâmico, garantindo que a mensagem chegue e atenda aos objetivos da empresa contratante.
Enfim, ficamos sem escrever ou postar novidades porque tivémos muito a fazer, e ufa, fizemos - organizamos toda essa produção para melhor atender aos nossos clientes e a você, que procura uma agência séria e dinâmica para trabalhar sua imagem.
Como todo mundo no Brasil diz que o ano começa depois do carnaval, estamos em tempo de retomar nossos assuntos por aqui e espero que você tenha me entendido.
Ah, esqueci de dizer que também mudamos de endereço. Agora estamos na Gabriel Idálio de Camargo, 330, sl 4 - Americana/ SP.
Sucesso para todos nós em 2011! Mãos a obra!
O foco continua o mesmo: assessoria de comunicação, que inclui planejamento estratégico e criação de ferramentas para aproximação do cliente com seus diversos públicos de interesse.
Trabalhamos continuamente:
1. Mídias digitais para atender o cliente de seu cliente "in time".
2. Assessoria de imprensa, para aproximar e favorecer o vinculo do cliente com a mídia e torná-lo fonte de informações.
3. Planejamento, organização e cobertura de eventos e inaugurações para o fortalecimento da imagem do cliente diante desses públicos, dentro e fora da cidade de origem.
4. Ações de Responsabilidade Social com responsabilidade e profissionalismo, atendendo á demandas e aproximando a empresa das necessidades da comunidade .
5. Media training posicionando o cliente corretamente diante da mídia com discursos que vão de encontro á definições estratégicas do negócio.
Tudo isso junto ou através de jobs e ações dirigidas, além de um departamento de criação e produção de textos ativo e dinâmico, garantindo que a mensagem chegue e atenda aos objetivos da empresa contratante.
Enfim, ficamos sem escrever ou postar novidades porque tivémos muito a fazer, e ufa, fizemos - organizamos toda essa produção para melhor atender aos nossos clientes e a você, que procura uma agência séria e dinâmica para trabalhar sua imagem.
Como todo mundo no Brasil diz que o ano começa depois do carnaval, estamos em tempo de retomar nossos assuntos por aqui e espero que você tenha me entendido.
Ah, esqueci de dizer que também mudamos de endereço. Agora estamos na Gabriel Idálio de Camargo, 330, sl 4 - Americana/ SP.
Sucesso para todos nós em 2011! Mãos a obra!
Mudei, e agora?
Achei essa matéria muito interessante. Vale a pena conferir...
Conheça casos de quem saiu da redação e partiu para assessoria
Izabela Vasconcelos - Site Comunique-se
20, 15 e 12 anos. Esse foi o tempo que eles atuaram nas redações de jornais impressos e decidiram partir para o “outro lado do balcão”, a assessoria de imprensa. Maristela Mafei, diretora da Máquina da Notícia; Sérgio Pugliese, diretor da Approach; e Andrew Greenlees, vice-presidente da CDN, falam sobre a transição de uma área para a outra.
Veja a matéria completa: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D58200%26Editoria%3D1192%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D116944164841%26fnt%3Dfntnl
Conheça casos de quem saiu da redação e partiu para assessoria
Izabela Vasconcelos - Site Comunique-se
20, 15 e 12 anos. Esse foi o tempo que eles atuaram nas redações de jornais impressos e decidiram partir para o “outro lado do balcão”, a assessoria de imprensa. Maristela Mafei, diretora da Máquina da Notícia; Sérgio Pugliese, diretor da Approach; e Andrew Greenlees, vice-presidente da CDN, falam sobre a transição de uma área para a outra.
Veja a matéria completa: http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D58200%26Editoria%3D1192%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D116944164841%26fnt%3Dfntnl
terça-feira, 15 de março de 2011
PARA REFLEXÃO
O Sucesso consiste em não fazer Inimigos
Max Gehringer
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é! A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória.
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."
Max Gehringer
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é! A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa!
Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória.
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."
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