sexta-feira, 31 de julho de 2009
Café Aberje Campinas
Francisco Viana foi mais longe, trazendo a todos, momentos da história que conceituam situações de crises, chegando ao momento atual onde a sociedade da imagem não suporta mais a realidade, onde o “bem comum = ética” é discutido por quem “sabe tudo, conhece tudo e entende de tudo”. É imperativo um resgate ético para que se restabeleça a confiança entre as pessoas - finaliza Viana, com a propriedade de quem já escreveu até um ensaio sobre a Surdez das Empresas.
Mauro Teixeira foi o último, mas nem por isso menos esclarecedor, fechando a manhã com dicas práticas para que possamos enfrentar as crises. De todas fica pra mim a mais importante: crie um canal direto com os diversos públicos – vítimas – da crise instaurada, e mantenha a calma!
Acredite, 52% das crises empresariais são causadas pela alta hierarquia da empresa, portanto prepare-se para que uma má notícia não se transforme em um drama ou tragédia!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Não me engana que eu não gosto.
Gestão de crise, comunicação e hipocrisia empresarial
Texto de Wilson da Costa Bueno, jornalista . Vale a pena ler na íntegra!
http://www.gargantini.com.br/?noticias
domingo, 26 de julho de 2009
Você sabe o que é tautologia?
O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:
- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito.
Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não.
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.
Material enviado por Mônica Dunko. Valeu MÔ!!! Beijo
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Comunicação estratégica ganha importância na crise
De acordo com a Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), nesse cenário de crise, a comunicação corporativa se torna um ativo de grande relevância, porque possibilita compreender a fundo a organização e seu cenário de atuação, além de monitorar a concorrência e os públicos que interferem em seus negócios.
Com ela, ainda é possível alinhar o posicionamento, as decisões e as ações organizacionais em meio a um futuro incerto. Afinal, muitos falam que o "fundo do poço" da crise já passou, enquanto alguns são mais céticos em relação a isso. Ainda segundo a Aberje, a comunicação corporativa permite que se construa a reputação da organização em bases sólidas, importante para ganhar a preferência dos clientes neste momento de maior concorrência.
Profissionais
Aos profissionais que atuam na área, a Aberje indica que assumam um papel de gestores estratégicos da reputação e implementem projetos que incluam:
* Um mapeamento dos públicos que são estratégicos para a empresa;
* Políticas de comunicação dirigidas para cada um deles;
* O posicionamento de comunicação da organização;
* Análise de cenários internos e externos;
* A determinação de objetivos a serem alcançados e ações necessárias para se chegar ao resultado;
* Avaliação dos resultados.
Os desafios
De acordo com o coach executivo e de equipes, Carlos Cruz, um dos maiores desafios dentro das organizações é o de melhorar a comunicação entre todos os públicos.
"Quando estudamos o comportamento humano, podemos identificar três mecanismos que podem empobrecer as relações interpessoais e, por isso, prejudicar a comunicação dentro de uma organização. São eles: eliminação, distorção e generalização", afirmou.
A eliminação ocorre quando parte da informação que se deve transmitir é omitida, enquanto a distorção acontece quando a mensagem é entendida de forma equivocada. A generalização, por sua vez, acontece quando, ao tomar conhecimento de um fato, tenta-se generalizar seus efeitos para outros contextos.
Para superar esses desafios, Cruz orientou que é preciso ter conhecimento de que eles existem. "É neste instante que pode-se assumir o controle do processo de comunicação e utilizar-se de técnicas para checar se a informação que está circulando na empresa é verdadeira ou um simples telefone sem fio", afirmou.
Fonte: Flávia Furlan Nunes - InfoMoney
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Investir em mídias sociais aumenta receita de empresas, diz estudo
Segundo uma pesquisa realizada pela Altimer Group e Wetpaint, as empresas que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas. A pesquisa foi feita com as 100 empresas mais valiosas do mundo, apontadas pela Business Week.
O investimento em mídias sociais representou um crescimento, em média, de 18% nos últimos 12 meses. As empresas que investiram menos ou se mostraram pouco engajadas diminuíram 6%, em média, na receita no mesmo período.
Starbucks, Dell, eBay, Google e Microsoft lideram a lista das empresas mais engajadas na mídia social e com melhores resultados, seguidas pela Thomson Reuters, Nike, Amazon, SAP, Tie - Yahoo!/Intel.
O estudo considerou como mídias sociais canais como blogs, Facebook, Twitter, wiki e fóruns de discussão.
A pesquisa está disponível no hotsite. Além do estudo, os interessados podem participar de uma enquete, para comparar sua empresa com outras do mesmo segmento, com as 100 tops da Business Week e saber que tipo de estratégia é a mais adequada para seu negócio.
Fonte : Portal Comunique-se
Foi rápido demais...
Não consegui ver pessoalmente o "mito" e parei para repensar se não é exatamente por me comportar como "jornalista moderno", como ele mesmo faz questão de rechaçar, que perdi uma oportunidade única de avaliar as colocações tão polêmicas do mestre "ao vivo", e concluí que mais uma vez Talese tem razão: os hábitos de pesquisa on line estão nos distânciando do contato físico que tanto nos enriquece e nos ajuda a construir uma história.
Ao ouví-lo falar sobre a necessidade da apuração constante e meticulosa para se escrever um bom texto declinei de vários conceitos sobre pressa e agilidade. Ao ouví-lo responder ao questionamento de renomado jornalista sobre a correria imposta pelas autais redações, compreendí porque ele é o mestre e nós simples aprendizes: "você já viu se fazer um "stradivarius" em algumas horas ou dias? para se produzir algo ou alguma coisa de valor permanente você precisa de tempo" - afirmou o mestre com a propriedade de quem passou seis meses na China (com recursos próprios) e ao voltar teve a matéria recusada pelos principais veículos de comunicação dos EUA. Desistiu? não , de tanto insistir, hojé ele é Gay Talese.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Amo muito tudo isso!
beijão
Cassia Gargantini
Mais uma empresa séria especializada em comunicação
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Sucesso Jú!!!
terça-feira, 7 de julho de 2009
Se der tempo vá!!!
Destaque na Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) que terminou no último domingo (05/07), Gay Talese, conhecido como o pai do New Journalism, dará palestra nesta terça-feira (07/07), no Masp, em São Paulo. O editor executivo do Estadão Ilan Kow fará a mediação.
Em sua palestra na Flip, Talese contou a sua entrada no jornalismo e o seu fascínio pelas histórias cotidianas de pessoas normais.
“Eu não queria que minhas matérias estivessem nas manchetes. Preferia escrever sobre pessoas normais. Queria ser um contador de histórias sobre pessoas que ninguém jamais escreveria. Como o tocador de sinos de um ringue de boxe ou a mãe de um pugilista que estava apanhando. Assim comecei no jornalismo”, disse.
Foi dessa maneira que alcançou o estrelato no jornalismo mundial. No artigo “Frank Sinatra está resfriado”, considerado fundador do New Journalism e eleito o melhor trabalho já publicado pela revista americana Esquire, Talese traça um perfil do cantor americano entrevistando pessoas próximas a ele.
“No caso do Sinatra, ele não queria falar comigo, mas eu também não queria falar com ele. Geralmente as pessoas só falam o que lhes interessam em uma entrevista. O que me interessava era o motorista, o office boy... Eles tinham mais coisas a dizer”, lembra.
Roda Viva
Também nesta terça, Talese participa do Roda Viva. O programa, excepcionalmente apresentado por Paulo Markun, será exibido pela Internet no site IPTVCultura, às 11h, e reprisado na TV Cultura.
O evento do MASP acontece às 19h30min, com entrada gratuita. Convites serão distribuídos com antecedência de uma hora. Outras informações pelo telefone 11-3251-5644.
Fonte : Redação Comunique-se
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Adorei o dicionário de Edu Vasques...
Adorei o link com dicionário de "chavões" corporativos e vale a pena conferir o que o colega diz sobre "agregar valor" , "alavancar", "core", "demanda" entre outras ilustres expressões que povoam os diálogos corporativos com a finalidade de fortalecer conversas vazias.
Para mim, no jornalismo e na vida vale a máxima : menos é sempre mais. Portanto, vamos nos preocupar menos com palavras bonitas e mais com conteúdo e informação, menos com formalidades e mais com verdade, menos com vaidade e mais com profissionalismo.
Minha contribuição ao dicionário do colega fica nos chavões "Sustentabilidade" e "Responsabilidade Social" que preenchem discursos e textos mas estão faltando na prática diária das grandes empresas. È a eterna questão da ética sem espaço diante da estética.
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