quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Avaliado em US$ 1 bi, Twitter enfrenta desafios
Os anunciantes já usam o Twitter para se comunicar com seus fãs, assim como fazem com o Facebook, e não precisam pagar nada para ter seguidores. O contato direto é considerado valioso. Mas será que é valioso para o Twitter também?
Acompanhe a matéria do Meio&Mensagem, com a opinião de diversos especialistas http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Avaliado_em_USS_1_bi__Twitter_enfrenta_desafios
Conheça os vencedores do Prêmio Comunique-se 2009
Agência de Comunicação – In Press Porter NovelliPropaganda e Marketing – Marili Ribeiro, de O Estado de S. Paulo
Profissional de Comunicação Corporativa – Fernando Thompson, da Vale
Categoria Jornalista de Sustentabilidade - André Trigueiro, da TV Globo News
Categoria Jornalista de Cultura
Mídia Eletrônica – Marcelo Tas, da TV Bandeirantes
Mídia Impressa – Artur Xexéo, do O Globo
Categoria Blog - Blog do Noblat
Categoria Jornalista de Tecnologia
Daniela Braun, do IDG Now!
Categoria Correspondente Internacional
Correspondente Brasileiro no Exterior - Mídia Eletrônica – Sonia Bridi, da TV Globo
Correspondente Brasileiro no Exterior - Mídia Impressa – Sérgio Dávila, da Folha de S. Paulo
Estrangeiro no Brasil – Todd Benson, da Reuters
Categoria Repórter
Mídia Eletrônica – Ernesto Paglia, da TV Globo
Mídia Impressa – Elvira Lobato, da Folha de S. Paulo
Repórter de Imagem – Evandro Teixeira, do Jornal do Brasil
Categoria Colunista
Colunista de Notícias – Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo e Rádio BandNews FM
Colunista de Opinião/Articulista – Luis Fernando Veríssimo, do Zero Hora, O Globo e O Estado de S. Paulo
Colunista Social – Sonia Racy, de O Estado de S. Paulo
Categoria Jornalista de Política
Mídia Eletrônica – Lucia Hippólito, da Rádio CBNMídia Impressa – Clóvis Rossi, da Folha de S. Paulo
Categoria Jornalista de Esporte
Mídia Eletrônica – Tadeu Schmidt, da TV Globo
Mídia Impressa – Juca Kfouri, da Folha de São Paulo
Locutor Esportivo – Luis Roberto, da TV Globo
Categoria Jornalista de Economia
Mídia Eletrônica – Joelmir Beting, da TV Bandeirantes
Mídia Impressa – Carlos Alberto Sardenberg, de O Estado de S. Paulo e O Globo
Categoria Executivo de Veículo de Comunicação
José Trajano, da ESPN
Categoria Apresentador / ÂncoraTV – Renata Vasconcelos, da TV GloboRádio – Milton Jung, da Rádio CBN
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Para pensar.. e nunca desistir.....
Thomas A. Edison
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Planejamento Estratégico de Web 2.0
Data: 23/09/2009 • Horário: 9h - 10h30 (Welcome Coffee 8h30) • Local: Insper - SP
A palavra chave da web nos dias de hoje é “diálogo”. Chegou a hora das empresas falarem com o consumidor e mais que isso, escutá-los. Mas como? Já falamos de Blog, twitter, facebook, mídias sociais em geral. Agora precisamos saber como planejar.
O próximo Workshop Endeavor terá Manoel Fernandes, Sócio da BITES, consultoria focada na gestão de estratégias voltadas à Web 2.0. apresentando de maneira clara e objetiva a importância de um Planejamento Estratégico de Web 2.0 e como esse planejamento poderá ajudar a construir uma imagem sólida para a sua empresa.
Participe! O evento é gratuito e as vagas são limitadas.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Fragmentos sobre Comunicação
Mas afinal o que é comunicação?
Achei um texto do Ciro Marcondes Filho, que tinha guardado há tempos e reproduzo abaixo algumas partes que podem responder:
A comunicação não é ontológica, no sentido de não ser algo estável, fixo, consistente; nela nada se transfere, ela não é “uma coisa”, menos ainda uma coisa única que como vai, assim é recebida. Por isso, “não sendo nada”, ela não pode encerrar nenhuma verdade, não pode ser “traduzida”, não há uma chave que nos diga o que a coisa significa, quer dizer, representa.
Comunicação é antes um processo, um acontecimento, um encontro feliz, o momento mágico entre duas intencionalidades, que se produz no “atrito dos corpos” (se tomarmos palavras, músicas, idéias também como corpos); ela vem da criação de um ambiente comum em que os dois lados participam e extraem de sua participação algo novo, inesperado, que não estava em nenhum deles, e que altera o estatuto anterior de ambos, apesar de as diferenças individuais se manterem. Ela não funde duas pessoas numa só, pois é impossível que o outro me veja a partir do meu interior, mas é o fato de ambos participarem de um mesmo e único mundo no qual entram e que neles também entra.
...Quer dizer, a comunicação não se realiza no expresso, no intencional, na maquiagem que pretendemos de nós, de nossas coisas, de nossos produtos, de nossas ações; tudo isso fornece sinais de nós, que são decodificados livre e aleatoriamente pelos que são por eles sensibilizados. No não-intencional, na imagem que transmitimos incontroladamente de nosso corpo, de nossa postura, de nossa expressão, deixamos entrever o que há de sincero em nós. São da mesma forma sinais, só que, desta vez, não-intencionais.
Comunicação tampouco é instrumento, mas, acima de tudo, uma relação entre eu e o outro ou os demais. Por isso, ela não se reduz à linguagem, menos ainda à linguagem estruturada e codificada numa língua. Ela ultrapassa e é mais eficiente que esse formato, realizando-se no silêncio, no contato dos corpos, nos olhares, nos ambientes.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Quanto vale o jornalismo socioambiental?
Leia o texto completo no site
http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/2863/servicos_do_portal/noticias/itens/quanto_vale_o_jornalismo_socioambiental.aspx
O USO DAS PALAVRAS NOS AVISOS - adorei isso!
É com elas que deciframos e transmitimos nossos pensamentos. As palavras ditas ou escritas produzem efeitos que nem sempre é o que, de fato, desejamos. Ora, se somos nós mesmos quem as emitimos não seria sensato pensar antes sobre o efeito que desejamos obter?
Me desculpe se ofender seu ego, mas se você foi rápido em perceber que isto é o mais óbvio pensamento de quem ousa a escrever ou dizer algo à alguém pare, pense e responda em sua mente: Porque há tanta confusão em nossas comunicações cotidianas?
Tenho notado que muitos avisos, quero me ater a eles, acabam provocando total desprezo por quem os lê ou não influenciam a ação desejada por quem os escreveu.
Vamos então pensar juntos sobre um exemplo simples e comun em nosso dia-a-dia:
Não Pise na Grama: Imaginemos uma situação onde quem lê precisa dar uma volta enorme para atender ao aviso e há pelo menos três alternativas: seguir a direita, seguir à esquerda ou voltar. O que este cidadão pode pensar? Ah! níguém está vendo, ou não será umas pisadinhas que irão estragar esta grama, ou qualquer outro tipo de pensamento que justifique seu ato de passar por esta grama independente do apelo. Para tentar impedir que as pessoas pisem na grama o aviso só oferece uma alternativa que é: não vá por aqui! Então por que não oferecer outras alternativas à escolha do indivíduo?
Por favor, são apenas sugestões, aqui não cabe julgamento de certo ou errado, vamos pensar um pouco?
- Caminhe 50 metros à direita para deixar nossa grama sempre bonita.
- Se você usar o caminho calçado que está à 10 metros pela direita, você estará contribuindo com a beleza desta grama, Obrigado!
- Eu gosto de ser grama e me acho muito bonita, você me deixa viver mais um pouco? Pise na calçada!
- Há calçadas à direita e à esquerda par seu conforto e preservação desta linda grama. Obrigado!
1) A maioria dos seres humanos preferem sugestões à imposições.
2) Dar alternativas facilita e direciona as ações e reações das pessoas, impedir cria resistência e bloqueia o uso do pensamento na busca por alternativas.
Vejam outros exemplos que podem produzir melhor efeito:
- O lixo aguarda ansioso pelos papéis que você está jogando fora.
- Obedecer à sinalização mantem pessoas vivas!
- Estamos honrados com sua visita! Gentileza sua fumar em locais adequados!
- O capacete mantém você muito vivo no trânsito!
- Os óculos que protegem sua visão devem ser usados neste recinto!
Quando for usar as palavras em seus próximos avisos use o maior atributo do pensamento humano, a imaginação, e passe a sugerir em vez de impedir, crie alternativas em vez de bloquear pensamentos, incentive em vez de proibir. Somente use estas informações se você quiser ser eficaz em seus comunicados!
Autor: Hugo Zaguini Filho
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Ta na hora de acordar
Um dos objetivos das aulas é instruir futuros jornalistas a como fazer uso da informação que circula em serviços de mídia social como o Twitter. A autenticidade de fontes amadoras e a relação da mídia social com coberturas jornalísticas também serão abordadas.
O curso será ministrado por Craig Kanalley, fundador do Breaking Tweets, que agrega manualmente tweets relacionados a diversas notícias. Os alunos irão inclusive colaborar com a atualização do site.
The New York Post estreia nova edição online
Entre outros atrativos estão também conteúdo exclusivo na Web e ampliação do uso de multimídia, como vídeos. O veículo mantém como principais seções notícias, esportes, entretenimento e a chamada Page Six, com notícias do mundo das celebridades.
Assumidamente uma publicação voltada para os moradores de Nova York, o The New York Post pertence a News Corporation, comandada pelo magnata da mídia Rupert Murdock. JW.
Livraria realiza evento gratuito com Carlos Tramontina em São Paulo
Tramontina falará sobre sua trajetória profissional e algumas questões que envolvem o jornalismo diário de uma grande emissora de televisão. O encontro faz parte do programa Autores & Ideias.
O evento é gratuito e não exige inscrições antecipadas. Mais informações no site da Livraria.
Fonte / Site Comunique-se
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Recebi por email e achei legal postar por aqui. Vale as dicas!
Maus Hábitos
Um profissional é o somatório de sua genética com o que aprendeu na família, na escola, na comunidade e nas empresas onde trabalhou. Tenho conhecido muitas pessoas com genética boa, mas com maus hábitos, o que acaba por prejudicá-las em suas carreiras. São pequenas mas desagradáveis atitudes que atrapalham muita gente e que acabam por desqualificar bons funcionários. Não basta ter conhecimentos técnicos ou gerenciais, é necessário APRENDER A TRABALHAR. Raramente se ensina para alguém como trabalhar e isto independe da atividade de cada um. Vale para qualquer profissão. Vejamos alguns hábitos muito ruins e freqüentes em nossos profissionais:
NÃO ANOTAR: em alguns cursos, interrompo a aula e digo para minha platéia, que não toma nota de nada: "Vocês não estão assistindo a um show. Isto é um treinamento e quanto mais vocês anotarem, mais vocês aprenderão. Não adianta ficar de braços cruzados apenas me ouvindo".
NÃO UTILIZAR AGENDA: fico muito desapontado quando peço algo para uma pessoa ou quando marco uma reunião e ela não toma nota na agenda. Este mau hábito demonstra pouco caso com o compromisso assumido e aumenta a probabilidade do esquecimento.
NÃO OUVIR: hábito deplorável, muito comum em diretores e presidentes. Quando você fala mais do que ouve, você pára de aprender e fica obsoleto. Ouvir o que outros falam é uma atitude que demonstra inteligência e respeito.
NÃO DAR RETORNO: se um profissional não pode atender ao telefone ou responder imediatamente um e-mail, deve fazê-lo o mais rápido possível, preferencialmente no mesmo dia. Conheço pessoas que jamais dão retorno. Você tem que ligar uma segunda vez.
NÃO SER PONTUAL: péssimo hábito, identificador de absoluta falta de respeito. Há pessoas que SEMPRE se atrasam. Observe a cara ridícula desta gente quando entra em uma reunião ou em um curso e atrapalha a todos!
NÃO TER O MÍNIMO DE ETIQUETA – manifestar PRECONCEITOS, RACISMOS, atender o celular no meio de um curso, manter conversas paralelas em uma reunião.
NÃO LER NEM ESTUDAR: profissionais que não sabem pesquisar nem ler nem estudar não são profissionais. São amadores que devem ser imediatamente descartados. Uma empresa não progride com gente ignorante trabalhando em sua equipe.
SER DEFINITIVO DEMAIS: é a característica do burro por convicção. Ele tem opiniões formadas sobre todos os assuntos e jamais se permite análise crítica. Como "sabe tudo", não aprende nada e permanece mergulhado em uma ignorância profunda.
NÃO PERDER A PIADA: são aqueles caras engraçados que fazem todo mundo rir. Um circo de segunda classe talvez fosse o lugar mais adequado para esta gente. Ter bom humor é fundamental, mas estar sempre rindo e contando piadas (especialmente se for para debochar dos colegas ou da própria empresa) é característica de alguma patologia que mereceria ser investigada por um psiquiatra.
NÃO SE PREPARAR PARA UMA REUNIÃO: são profissionais que vão para reuniões e para cursos "de mãos abanando", sem qualquer tipo de preparo. Atitude deplorável, que prejudica a produtividade das atividades e atrapalha o grupo.
PROCRASTINAR: o popular "empurrar com a barriga". São os preguiçosos que sempre deixam algo para amanhã. Não fazem nada rápido e não tem senso de urgência.
SER ADEPTO DE FOFOCAS: expor a própria vida privada e a dos outros. A fofoca, embora possa parecer inofensiva, tem efeitos muito nocivos na produtividade e no ambiente de trabalho.
NÃO TER A VIDA FINANCEIRA ORGANIZADA: aquela velha máxima de deixar os problemas pessoais "atrás da porta" quando se entra no trabalho não funciona. Quem tem a vida financeira e pessoal desorganizada é um profissional de segunda linha, que frequentemente perde o foco e a capacidade de concentração no trabalho.
NÃO CUIDAR DA SAÚDE; noitadas, excesso de peso e falta de preparo físico não prejudicam apenas atletas, prejudicam qualquer profissional. Em um corpo cansado ou doente não existe lugar para o aprendizado e para a produção de boas atividades. Simples assim!
NÃO CUMPRIR COMPROMISSOS: se você precisa entregar um trabalho em uma data definida, você deve entregar, nada menos do que isto. Não cumprir prazos é fatal para um profissional. Não tem tempo? Não gosto e não quero ouvir esta desculpa "furada". Se não há tempo durante o horário normal, faça de madrugada, mas faça! Ensinar a trabalhar! Talvez seja a peça que está faltando no currículo das escolas e dos MBAs, no treinamento das empresas e nas conversas entre pais e filhos.
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