sexta-feira, 29 de maio de 2009

È hora de produzir conteúdo, muito conteúdo...

A agilidade e rapidez com que as mídias socias estão tomando conta do mercado da comunicação estão pegando todo mundo de surpresa. A geração de Jornalistas e RP`s dos anos 80 corre em busca de alcançar o tempo perdido onde nas faculdades os comentários eram sobre uma internet distante, além dos monstruosos computadores que se apresentavam para apenas controlar complicados sistemas empresariais. Computador pessoal era coisa de um futuro muito, mas muito distante, e a publicidade vivenciava prêmios e lucros abundantes por sua capacidade de atingir o consumidor com estartégias criativas e divertidas - os editores de grandes veículos detinham o controle sobre o conteúdo e esse poder era insubstituível.

O 12º Congresso Brasileiro de Comunicação Empresarial procurou trazer em sua programação, pelo menos uma dúzia de palestras sobre o tema Mídias Socias, e através de palestrantes nacionais e internacionais, os participantes puderam acompanhar de perto o crescimento e a importância desse novo momento, onde o detentor do conteúdo de maior credibilidade é o internauta, que hoje, confia apenas nos seus pares, pertencentes às mesmas comunidades e redes sociais. A "bola da vez" é saber monitorar essas redes minusciosamente para entender o que acontece na mente do novo público detentor do poder, que dissemina conceitos, constrói ou destrói uma imagem por vezes centenária.

Dados do IDG apontam para um número de 800 milhões de usúários de internet até 2012. Desse total, 90% vai estar consumindo através de orientações da rede. Novas plataformas de comunicação e tráfego móvel aproximam e agilizam ainda mais o processo, afinal, o importante é não perder tempo. O Twitter em um ano incorporou mais de 200 milhões de usuários pelo mundo, e não existe mais o controle do que é dito sobre marcas, produtos e pessoas. Entendeu agora porque a pressa em participar disso tudo?

Não tem mais como parar. O importante agora é que Jornalistas e Relações Públicas descubram a melhor forma de usar isso a favor de um trabalho sério, que, mesmo sem o uso de computadores ( lá em mil novecentos e bolinhas) trouxe sempre resultados surpreendentes e produção de conteúdos que primam pelo compromisso com a verdade.

Com Barack Obama deu certo.

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